domingo, 10 de maio de 2009

Minha grande força

Não digo que eu tive uma infância ruim, jamais. Sempre tive uma família maravilhosa, alguns amigos inesquecíveis e minha memória é rica de lembranças boas. Mas tive uma infância e uma adolescência solitária. Parece um pouco contraditório se você pensar que solidão está ligada somente a falta física de pessoas. Pra mim não. Eu acho que a solidão se manifesta de diversas formas, em diversas pessoas. O cara mais popular do mundo pode ser o mais solitário também.
Eu era solitário por pensar diferente. Por brincar diferente. Sempre fui o esquisito da turma, o cara que fica viajando nos próprios pensamentos.
Muitas vezes fui provocado e por ser magrinho demais não ousava responder. No entanto existia um xingamento que era proibido, que jamais deveria ser pronunciado na minha presença e que se fosse eu me transformava, adquiria uma força gigantesca, capaz de jogar na lona o lutador mais forte. Ninguém podia xingar minha mãe. Ninguém!
Minha mãe sempre foi minha grande força, desde que eu nasci. Meu apoio. Minha luz.
Quando tinha medo de algo ela estava lá, incansável.
Assim são as grandes mães, elas se resumem em uma palavra: amor. Assim como o amor são algo abstrato. Podem ser brancas, negras, índias, asiáticas, mestiças... Dedicam horas de sua vida a se preocupar, a cuidar de seus filhos. Brigam as vezes, mas geralmente é pelo bem. Seus conselhos devem ser anotados e guardados em uma caixa, como um tesouro, pois é isso que são.
Mãe não é uma pessoa é um sentimento.
Feliz dia das mães para todas as boas mães do mundo.
Dica do Camaleão: Abrace sua mãe e tenha paciência quando ela quiser saber algo da sua vida. Ela te ama.
Ta tocando no iPod: Dear Mama - Tupac

3 comentários:

  1. Oh, que fofo. Concordo em tudo. Elas são umas guerreiras por nos aguentar. ;)

    E cadê o banner e o código?

    Beijo!

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  2. Que liiindo texto!
    Defendo minha mãe com unhas e dentes.
    Eu tinha uma amiga, 10 anos de amizade de dormir na casa da outra, viajar juntas e outras mil diversões. Um dia ela falou mal da minha mãe, não revidei, acho que não seria capaz de cometer tamanha falta de respeito. Mas não somos mais amigas. Talvez ela não saiba que tenha sido a sua declaração o motivo do fim da nossa amizade, mas foi. Aquela declaração, mesmo no contexto que se encontrava, era uma pura demonstração de falta de caráter!
    Fala de mim, mas da minha mãe NÃO!

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  3. Oh, que fofo [2].
    É isso ai, viva as mamães!

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